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Guarujá, São Paulo, Brazil
Estudante de Jornalismo, amante de textos humorísticos, jornalísticos, científicos etc... Autor de textos líricos e satíricos, vem pesquisando e estudando a Análise do Discurso, com fins científicos e humorísticos (talvez)... Tem como meta atual, formar-se em Jornalismo e escrever um livro de crônicas etc.

domingo, 30 de novembro de 2008

Mimosa Pudica


Oh Dorme-dorme por que se fecha quando a mão do amor te encobre?
Será que todas as mãos, todos os toques de todos os jeitos te fazem fechar?
Será que algum dia alguém te abrirá?
Oh plantinha linda, és tão sensível para o amor; ele chega e você some, se encolhe!
Compreendo seu sofrer, os calos no peito, o não crer no amor perfeito...
Realmente a vida é dura, nos deixa por vezes na escura dor da ilusão.
Porém a ilusão foi o que ocorreu, o agora é que é o real, mas se também o desprezar, viverás a lamentar?
Oh Dorme-dorme não deixe o amor que dorme dormir e que você se transforme numa planta de elixir.
Por: James Loyal

Se a moda pega...

Domingo, 19 de outubro, do ano 2008 depois de Cristo, um dia como qualquer outro dia chuvoso para este “eu - lírico” que vos escreve, goteiras em casa, parede do quarto molhada, nada que preste na tevê (tirando o Super Pop – risos), e os canais que passam alguma coisa razoável não pegam em minha casa, pois é, ainda não tenho televisão por assinatura; não tenho mais namorada, poucos amigos, o jogo do Playstation só funciona quando quer, enfim um dia que tinha tudo para ser um tédio como muitos outros que já passei, porém este dia supracitado não foi diferente, na verdade não é diferente pois ele ainda não passou para mim, para você que vai ler isso (ou não), provavelmente já vai ter passado. Pois então, já que o sono não vinha para acabar com a fadiga do ócio, decidi escrever... No entanto, é difícil ter o que escrever quando se leva uma vida tão atarefada quanto a minha; a partir deste dilema inicia-se a árdua tarefa de um escriturista (é turista na escrita mesmo...) de pensar no que escrever... Vamos pensar! Política poderia ser algo bom (proveitoso) de falar sobre, contudo não conheço muito e já escrevi algumas outras bobagens também. Segurança Pública, normalmente esse tema está ligado à política, ou seja, coelho bota ovo e como disse não sei muito sobre política, só o que postulou Mazzarope. Educação, legal isso, mas eu não domino nada, afinal tive o Don de fazer letras... Esporte, para alguns, perfeito, só que esse ano meu time está na segundona! Meio ambiente, já falei um pouco no começo do texto, se você é um leitor mais atento (paciente pra cacete em ler isso) perceberá que falei da chuva e chuva fora de época nos remete ao efeito que estufa etc.! Amor! Boa idéia... Outro tema universal e que toca a maior parte do público. Todavia esse mesmo leitor atento (paciente, lembra?) saberá que de amor manjo menos ainda: — Num tenho namorada! ;-(
Bem, temos muitos temas para citar aqui, contudo como diriam alguns professores que tive — só sei que nada sei (e não era humildade). Acho que foi a única coisa que aprendi com esses tipos de professores, nada saber...
Só estou aqui mesmo para extravasar (desabafar), pois por incrível que pareça, há algo que me deixa ainda mais frustrado e me faz (fez) escrever tudo isso: — Os frustrados como eu que não sabem como extravasar (desabafar)... Tudo bem, você não precisa escrever, mas privar da libertada e jazer alguém, é demais (ou tiração [atirar e tirar]). O que o outro (ou o mundo) tem a ver com minha incompetente inteligência interpessoal?
Muitos podem ter motivos piores para se frustrar, mas nada justifica ultrapassar o direito alheio, sempre há escolhas. Mas se eu for eleito contratarei o S.W.A.T.

Obs.: Este texto foi escrito na data citada, mas o considero digno de ser postado mesmo o assunto já tendo sido "findado"... Boa leitura!
Por: Tiago Leal

sábado, 29 de novembro de 2008

Difícil atenção!

Olá mosquitos que acompanham este Blog, me ajudem a divulgar estes posts! rsrs
Sem dúvida, pessoal, é difícil chamar atenção neste mundo virtual, conseguir leitor para um Blog amador é tarefa ardua... Não vou desistir, mas vou te pedir: - Poderia estar roubando, ou matando, porém estou digitando textos meus, gostaria que fossem os seus também, mas quem já nos visitou?
Seria bom se por acaso, mesmo meio que sem querer, você nos visitasse e algo comentasse...
Mas obrigado mesmo assim, se você vem, lê e corre...
Um abraço e com certeza vou continuar postando mesmo sem leitores, só para espantar meus terrores!

Algumas catingas populares

Domingo de touro

Hoje é domingo pedi menino, menino do touro que investe no ouro e os Bancos valentes que emprestam pra gente. E a gente que é fraco num sai do buraco...


Marche Enfaixado

Marcha polícia contra o outro coronel quem não brigar direito não paga o aluguel.
Tem aluguel e tem imposto a guria deu sinal, não empurra, porra, porra, tem greve policial...

O boy da cara preta

Num tem boi, boi, Boy
a situação tá preta
economize o Money
pra depois não ter careta...

Cai, cai inflação

Cai, cai inflação
Cai, cai inflação
Para os pobres comer pão
Inflação, Inflação, Inflação
Quanto custará o feijão?


Por: Tiago Leal

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

A vida é uma caixinha de despesas...



A vida é uma caixinha de despesas...
Despesas são investimentos sem retorno. Quantas vezes nos entregamos a vida, gastamos (investimos) tempo, dinheiro, suor e até o não importante amor...
E o resultado? Um lago amargo final de um choro frustrado.
Queria ter mais sorte na vida, plantar e colher justiça, doar e receber sem interesses mesquinhos; mas em meio a um meio tão individualista-egoista é melhor seguirmos um sábio provérbio chinês: “Deixemos de ser individualistas e passemos a pensar em nós mesmos (Fonte: Pérolas do ENEM).”
Eis aí um tempo soado, vivido intensamente, ao menos, por um lado.
Por que quando se usa o não importante amor o outro dá importância a ele, mas não o usa? Para quem acha o amor importante não o use; ele pode acabar!
Para quem não o acha importante, use-o bastante; para que logo ele acabe e você se livre dele!
O amor desgasta? Depende de quem sente... Se o que desgastou era o do que acha importante sim, se não, não.
Amar parece não amar, nessa lógica, para que se possa durar.


Por: James Loyal

terça-feira, 25 de novembro de 2008

UM ENSAIO SOBRE A MERDA

Em tempos de eleições, e com base na atual situação política do nosso país, uma problemática significativa nos é manifesta clamando para ser desmistificada. Por isso entendemos que se faz necessário um artigo de pesquisa (ensaio) sobre um tema intrínseco ao ser humano e que ainda possui poucas obras científicas discutindo dialogicamente sua importância sócio-sanitária.
No Minidicionário Escolar de Língua Portuguesa MICHAELIS encontramos em seu léxico uma definição bem aceitável, do ponto de vista ontológico, para o vocábulo merda, vejamos:

MERDA sf[1] ch[2] 1 Excremento. 2 Porcaria, sujeira. 3 Coisa sem valor. sm [3] ch Sujeito sem préstimo. *interj [4] ch Indica repulsão, desprezo.”

Partindo da primeira acepção, observamos que excremento são resíduos não absorvidos da digestão lançados periodicamente para o exterior (no Brasil podemos visualizar este fato de quatro em quatro ânus, se não houver nenhuma cassação). As demais acepções deste vocábulo giram em torno da primeira, modificando-se apenas o contexto (situação) que podem e/ou devem ser usadas e conseqüentemente o gênero pode ser alterado para efeitos estilísticos ou por pura ideologia.
Atenhamos-nos a essa porcaria lançada ao exterior. Normalmente, só se lança algo fora, quando este não presta e/ou nos faz mal, porém há coisas mais fedidas e inúteis que a merda literal, com as quais ainda não conseguimos jogar fora, por motivos exteriores ao entérico, como por exemplo, as pizzas de Brasília... Há várias coisas sem valor que devem sair, estas possuem diversas formas, cores, texturas, odores etc. Umas conseguem ser expelidas rapidamente pelo organismo, mas outras se acomodam e tornam-se gordura (que acabam comprometendo a saúde e estética social do corpo). O problema começa aí, pois individualmente não se pode expelir a sujeira, mas somente na ação conjunta e forçosa de vários músculos para que tudo se torne “reto”.
Podemos comparar essa demora que alguns tipos de merdas levam para sair da acomodação com alguns sujeitos sem préstimo que querem mais tempo de empréstimo e o próprio empréstimo para desfrutarem do dinheiro e depois calotear a financeira popular, pois de antemão já sabem que não são capazes de pagar pelo bônus que lhes foi confiado, mas mesmo assim se comprometem, agindo de má fé, assinando o contrato, enganando a muitos. Será que quarenta e oito meses é pouco tempo para cumprir uma mísera promessa? Talvez você sinta repulsão e/ou desprezo por este tema, porém se ninguém pensasse nele provavelmente ainda estaríamos defecando no mato e nos limpando com folhas de bananeiras.
Esperamos que esse breve Ensaio de Merda lhe compila a uma reflexão “profunda”, mas bem “profunda” mesmo, sobre a merda que fazemos e onde poderemos até viver, se não nos cuidarmos.

PS.: Este texto foi feito há algum tempo:
Por: TIAGO LEAL
5 de outubro de 2008 às 6h 30min

Legenda:

[1] Substantivo Feminino.
[2] Chulo.
[3] Substantivo Masculino.
[4] Interjeição